Total de visualizações de página

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Sabotadores de carreira: saiba como identificá-los e se proteger

São pessoas que não desejam o crescimento profissional de seus alvos e colocam a si mesmas em primeiro lugar.


Por Karin Sato, InfoMoney
"Ainda vivemos num mundo em que competir está em moda, embora se precise cada vez mais de trabalho em equipe. Identificar quem são os sabotadores requer, antes de mais nada, conhecimento das próprias habilidades e competências, para avaliar se há sabotagem, discriminação, ou algo do gênero".

A explicação é do diretor-executivo do Insadi (Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual), Dieter Kelber. Os sabotadores de carreira podem ser tanto chefes quanto colegas de trabalho do mesmo nível hierárquico. São pessoas que não desejam o crescimento profissional de seus alvos e colocam a si mesmas em primeiro lugar, sempre.

Kelber define o sabotador da carreira alheia como um profissional incompetente. "Quando há pessoas assim na organização, quem deve ser penalizado, e até mandado embora, é o superior imediato, que tolera esse tipo de atitude. Alguma competição é até conveniente, mas dentro dos níveis da ética e do respeito", diz ele.

"Por mais calculista que seja, o sabotador de carreira é um desajustado, que vai arcar um dia com o seu próprio blefe. Talvez a forma mais usual de eles atuarem seja usando de fofocas e mentiras. Mas a quem convencem com essas fofocas e mentiras? A chefes incompetentes?", questiona.

Identificando os sabotadores
Para a diretora da consultoria de imagem RMML, Renata Mello, é possível identificar os sabotadores de carreiras, embora muitos deles ajam de forma sutil.

"Os sabotadores dificilmente fazem elogios; demonstram que nada do que você faz é bom o suficiente; quando você pede para ser promovido, dizem que o momento ainda não é o ideal; e não querem que você brigue além do necessário. A cada braçada que você dá, eles te brecam", opina a especialista em etiqueta profissional.

Ela explica que há chefes que são inseguros e, por isso, acabam sabotando, conscientemente ou não, os próprios subordinados. "Quando o funcionário tenta fazer algo para melhorar, esse tipo de chefe passa a mão na cabeça dele, dando a entender que ele não consegue fazer sozinho. Mas o profissional que se sente desvalorizado deve entender que, às vezes, o problema não é ele, e sim o chefe".

Falsos amigos

O problema, na opinião de Renata, é que há sabotadores que agem de forma muito sutil, quase imperceptível. Na frente do alvo, parecem bons amigos. Pelas costas, a lógica se inverte. "São colegas que se fazem de amigos, nunca falam mal pela frente, mas, quando são questionados, logo apontam o dedo. Além disso, não dão o crédito devido às pessoas. Pegam um projeto alheio, apenas revisam e dão a entender que foram os responsáveis por ele, deixando claro que o outro só fez a parte operacional".

Ela conta o caso de um trainee que havia elaborado um projeto e mostrado ao seu gerente. Este adorou e foi logo para a diretoria apresentá-lo, sem levar o trainee consigo, como se tivesse sido o responsável pela idéia. Porém, os diretores começaram a fazer várias perguntas, que o gerente não soube responder. No fim das contas, foi preciso chamar o trainee, que, não só respondeu as perguntas, como deu um show de apresentação. "Conclusão: o trainee foi promovido, e o gerente se queimou".

Como se proteger

Na avaliação de Renata, para se proteger do sabotador, ainda que ele seja do tipo sutil, é preciso conversar direta e abertamente. Agora, se o sabotador é o próprio chefe, a situação é um pouco mais complicada. Uma saída pode ser traçar um plano de metas de curto prazo e dividi-lo com o superior. Diga que, caso atinja as metas, espera ser reconhecido. Além disso, se possível, peça que as avaliações de desempenho sejam realizadas com intervalos mais curtos do que o normal, como de dois em dois meses.

Competência funciona como blindagem

Dieter Kelber, do Insadi, defende outra maneira de se proteger: "sendo competente, muito mais competente que eles [os sabotadores]". Segundo disse, com competência, consegue-se melhorar continuamente, agregar valor aos clientes externos e internos e melhorar a cadeia de valor da organização. "Não precisamos ser campeões naquilo que fazemos, mas precisamos ser bons", aconselha.

"Fazer reuniões pode ajudar. Tirar tudo a limpo é sempre útil em qualquer situação, em qualquer relação, porque a dúvida corrói e nos faz sofrer. Mas até para esclarecer temas polêmicos, temos de ter competência".

Ele explica: "Somos realmente eficientes e eficazes suficientes para galgar mais degraus em nossa carreira? É preciso tomar cuidado para que o feitiço não vire contra o feiticeiro. Temos a tendência de colocar a culpa nos outros quando, na realidade, ela está em nós mesmos. Não podemos ter postura de vítima nessas horas. É preciso avaliar se você está preparado para receber uma verdade", diz ele.

Kelber afirma que profissionais competentes dificilmente são sabotados. "As empresas não funcionam sem pessoas competentes. Há sempre uma certa tendência de se afirmar que há politicagem nas empresas. Sim, ela existe, mas não nos níveis maquiavélicos que muitos imaginam. Nenhuma empresa sobrevive de politicagem. Os clientes não querem saber de politicagem, e sim da qualidade dos serviços e produtos fornecidos. Quando somos competentes naquilo que fazemos, dificilmente teremos nossa carreira sabotada".

Chefe sabotador? Mude de emprego!

É mais difícil se proteger de um sabotador que é o próprio chefe, mas bem que você tentou. Além de ter trabalhado com afinco e competência, conversou com quem insiste em te prejudicar. Não deu certo? Esteja aberto a novas oportunidades e comece já a procurar um novo emprego, recomenda Renata. A lógica diz que, se, em determinada empresa, seu talento não é aproveitado, certamente em outra organização ele será.

"Se o chefe é um sabotador, é porque o chefe é um incompetente. Se o chefe do chefe for incompetente, então você pode começar a concluir que está numa empresa de incompetentes. E se você não for incompetente, estará na empresa errada", afirma Kelber.

Sabotagem ou teoria da conspiração?

Kelber alerta que, muitas vezes, a afirmação "estou sendo sabotado" soa como desculpa de nossa própria ineficiência. "A questão é descobrir quem é incompetente. Você ou os outros? Acho que temos que mudar de empresa, de trabalho, quando percebemos que não gostamos daquilo que estamos fazendo. Quando realmente sabotam nossa atuação, e conseqüentemente nossa carreira, há uma grande probabilidade de estarmos fazendo coisas que não gostamos", diz ele.

Os verdadeiros puxadores de tapete

Mas quem puxa o tapete de quem? Já parou para pensar que há "puxadores de tapete" mais perigosos e que nem sempre trabalham conosco?

"Acho que, na verdade, quem puxa o tapete de quem não trabalha direito são os clientes ou acionistas. E nenhum deles vai querer puxar o tapete de uma pessoa competente. Ora, se estou trazendo resultados para a empresa, para que vão querer puxar o meu tapete?", finaliza o diretor-executivo do Insadi.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/informativo/sabotadores-de-carreira-saiba-como-identifica-los-e-se-proteger/18950/

70 Anos da Minha Madrinha


Madrinha fez 70 anos no dia 10 de Fevereiro de 2011 e comemorou no dia 12 de Fevereiro numa casa de festa.
Ela sempre é presente em nossas vidas. Madrinha de batismo, também é chamada assim pelo meu irmão. Até porque as madrinhas dele não são tão próximas. E ela se considera madrinha dos dois filhos da minha mãe.
Mulher com vários carimbos no passaporte, forte e decidida, viajou e viajará até quando tiver forças para isso. O mundo ainda a espera. Até o muro das Lamentações a conheceu, mas ela não lemanta nada pela vida que teve. Fez o caminho de Santiago de Compostela. E olha que tem para muitos anos ainda pela frente.
Professora por profissão, mas teve aquele clique que a afilhada ainda não teve, pois fez concurso para o Tribunal de Justiça Federal e se aposentou por lá. Lembro que ia visitá-la quando ainda era na av. Dantas Barreto e depois, se eu me lembro, passou para a av. Cruz Cabugá, mas lá passou pouco tempo. O TJF foi para a BR 101 ou melhor final da av. Recife. Lá eu só fui uma vez.


Ela foi a quase todos os meus aniversários, pois sempre fiz um bolo neste dia para comemorar e chamava as amigas de colégio. Depois era apenas minha mãe e meu irmão, mas ela estava lá. Obrigatoriamente, ela fez quase 41 visitas para mim. Fora as 38 visitas para meu imão e nem sei quantas a minha mãe e minha avó. Tudo aniversário. Fora as visitas sem ser aniversário.
Com o tempo, ela ficou alérgica e um dos presentinhos que eu e mãe demos a ela foi um quebra cabeças. Ela adorava fazer e compramos um enorme, pois ela colava e fazia um painel. Porém quando estava fazendo o nosso, ela descobriu mais uma alergia. O jogo solta um pó e isso fez com que tivesse uma crise alérgica daquelas e não pode terminar.


Na sua festa, ela presenteiou seus convidados com um Tango. E contratou outros dançarinos para as amigas que estavam sem acompanhantes. Ele pensou em tudo. Inclusive o jantar não foi frango, pois minha mãe não come. Infelizmente os vídeos são pesados e não deu para postar.
Pena que meu ex-padrinho não estava lá, mas essa é outra estória e que só pertence a ela.

Feliz aniversário, Madrinha!!!!!!!!!!!!!!



SEM LIBERDADE PARA OUSAR

Numa granja, havia um frango que se destacava dentre todos os outros pela coragem, pelo espírito de aventura e pela ousadia. Não tinha limites e andava por onde queria, mas o dono não apreciava essas qualidades.
Um dia, vendo que nada o segurava dentro da granja, resolveu puni-lo. Fincou um bambu longe da granja, no meio do pomar, arrumou um barbante e amarrou o frango. De repente, o mundo tão amplo que a ave tinha foi reduzido a uma distância à qual o barbante lhe permitia chegar. De tanto andar em círculo, a grama, que era verde, foi desaparecendo e ficou somente a terra.
Depois de um tempo, o dono, acreditando que o castigo já estava dado, pois o frango, que era tão inquieto e audacioso, havia se tornado pacato e desinteressado, cortou o barbante que lhe prendia o pé e o deixou solto. Agora estava livre, poderia ir aonde quisesse. Mas, estranhamente, o frango, mesmo solto, não ultrapassava o limite que lhe havia sido imposto. Só ciscava e andava dentro do círculo que criara. Olhava para  o lado de fora, mas não tinha coragem suficiente para se aventurar e sair do seu espaço. Preferiu ficar do lado conhecido. Com o passar do tempo, envelheceu e ali morreu.

UM PROBLEMA DE DIVULGAÇÃO

Era uma vez uma fazenda na qual as galinhas construíram impérios econômicos a partir da venda dos ovos que punham. Certo dia, uma galinha ficou sabendo que suas amigas, as patas, estavam passando por graves dificuldades financeiras. Intrigada, ela chamou uma assessora e disse-lhe:
- Não entendo por que as patas estão passando necessidade. Afinal, elas põem ovos maiores e mais nutritivos que os nossos. Vá e descubra a causa do problema.
Dois dias depois, a assessora trouxe a resposta.
_ Prezada chefe, a causa da penúria de nossas amigas patas é um problema de divulgação. Quando elas põem ovos, quase não fazem barulho. Ninguém fica sabendo. Nós, galinhas, fazemos um verdadeiro escândalo. Essa é a diferença.

MERGULHE FUNDO

Um dia, passeando pela praia, o pai perguntou ao filho:
- Como está a água?
O garoto entrou com cuidado na água e respondeu:
- Está muito fria.
Ele pegou o garoto, jogou-o dentro da água e voltou a perguntar:
- E agora, como está a água?
O filho respondeu:
- Está ótima.
O pai disse:
- De agora em diante, mergulhe fundo naquilo que você quer realmente conhecer.

MUDAR A SI PRÓPRIO

Era uma vez um rei que, há muito tempo, governava um país.
Um dia, ele saiu em viagem para algumas áreas bem distantes. Quando retornou ao palácio, reclamou que seus pés estavam terrivelmente doloridos, porque era a primeira vez que fazia uma viagem tão longa, e havia muitos pedregulhos pela áspera estrada.
Ele ordenou a seus servos que cobrissem todas as estradas, por todo o país, com couro.
Definitivamente, essa obra necessitaria de milhares de vacas esfoladas e custaria uma quantia enorme de dinheiro.
Então, um dos mais sábios entre os criados ousou dizer ao rei:
- Por que o rei tem de gastar essa quantia desnecessária de dinheiro? Por que, simplesmente, não manda cortar um pequeno pedaço de couro para cobrir seus pés?
O rei ficou surpreso, mas concordou com a sugestão. Ordenou que lhe fizessem um par de sapatos e aprendeu que para fazer deste mundo um lugar feliz para viver é melhor você mudar a si próprio, e não o mundo!

CORAGEM DE SER DIFERENTE

Um carpinteiro e seus auxiliares viajavam em busca de madeira para construções. Viram uma árvore gigantesca: cinco homens de mãos dadas não conseguiam abraçá-la, e seu topo era tão alto que quase tocava as nuvens.
- Não vamos perder nosso tempo com essa árvore – disse o mestre carpinteiro – Para cortá-la, demoraremos muito. Se quisermos fazer um barco, ele afundará, de tão pesado que é o seu tronco. Se resolvermos usá-la para a estrutura de um teto, as paredes terão de ser exageradamente resistentes.
O grupo seguiu adiante. Um dos aprendizes comentou:
- Uma árvore tão grande, e não serve para nada...
- Você está enganado – disse o mestre carpinteiro. – Ela seguiu seu destino à sua maneira. Se fosse igual às outras, nós a teríamos cortado; mas porque teve coragem de ser diferente, permanecerá viva e forte por muito tempo.